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Urnas eletrônicas do Brasil, além das mais de 30 barreiras de segurança, podem ser auditadas | Jornal em Destaque

Urnas eletrônicas do Brasil, além das mais de 30 barreiras de segurança, podem ser auditadas

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Urnas eletrônicas do Brasil, além das mais de 30 barreiras de segurança, podem ser auditadas

06/11/2020 11:43 ( Atualizado em 09/11/2020 23:27) | Brasília | Eleições 2020 |

Helio de Carvalho

Não é verdade que o sistema de votação utilizado no Brasil não permite a realização de auditorias, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e agências de checagem. Além disto, os equipamentos não são conectados à internet e nem têm a chave de códigos em mãos venezuelanas, explicam o tribunal e os veículos.


O que dizem o TSE e agências de checagem


- Urnas eletrônicas são auditáveis e passam por testes de segurança

- Equipamentos não são conectados à internet

- Não é verdade que a chave de códigos da urna foi entregue à Venezuela

- Brasil, Cuba e Venezuela não são os únicos países com votação eletrônica – em Cuba, inclusive, são utilizados votos em papel.



Além de ter mais de 30 barreiras de segurança, a urna eletrônica também pode ser auditada. É possível, inclusive, pedir a recontagem dos votos em caso de dúvida


Entre as correntes que buscam desacreditar o processo eleitoral brasileiro, uma das mais populares é questionar os resultados divulgados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) porque as urnas eletrônicas seriam, supostamente, inauditáveis. Segundo correntes que circulam pelas redes sociais desde 2014, ninguém, nem o próprio TSE, conseguiria demonstrar que as urnas estão em pleno funcionamento e que os votos foram registrados de forma correta.


O processo é chamado Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas (ou "votação paralela"). Na véspera da votação (dia 14 de novembro neste primeiro turno), juízes eleitorais de cada TRE (Tribunal Regional Eleitoral) fazem sorteios de urnas já instaladas nos locais de votação para serem retiradas e participarem da auditoria. Como as urnas só funcionam no dia e no horário da votação, são levadas a uma sala de livre acesso, onde, no domingo, ocorre uma votação paralela no mesmo período da votação oficial. Para mostrar que as urnas estão funcionando e apurando os votos corretamente, pessoas registram os votos em uma planilha e digitam o mesmo número na urna. Todo o processo, incluindo a cabine de votação, é filmado, para garantir que os representantes digitaram os números certos. Ao final, faz-se uma comparação entre o boletim da urna e a planilha do TRE. "Essa auditoria ocorre no mesmo dia e hora da votação nas seções eleitorais e é feita com a participação de representantes de partidos políticos, da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), do Ministério Público e de qualquer interessado, em local público e de amplo acesso a qualquer cidadão", explica o TSE.


(Foto manchete: TSE.JUS.BR)




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