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XVII RioHarpFestival leva Jacques Vandelvede a Miguel Pereira | Jornal Em Destaque por Helio de Carvalho em Arte e Cultura

XVII RioHarpFestival leva Jacques Vandelvede a Miguel Pereira

Harpista belga também se apresenta no Palácio Tiradentes nesta terça-feira



XVII RioHarpFestival leva Jacques Vandelvede a Miguel Pereira Classificação

17/10 20:14 ( Atualizado em 18/07/2022 20:18) | Miguel Pereira | Arte e Cultura |

Helio de Carvalho

O harpista belga Jacques Vandelvede se apresenta nessa terça-feira (19), às 19 horas, no Palácio Tiradentes, na Praça XV, dentro da programação da “Série Música e Democracia do XVII RioHarpFestival”. No repertório eclético, o artista passa pelo bolero até a música regional brasileira. O concerto promete emocionar o público que deve chegar uma hora antes para a retirada de senha na Rua do Manuel, s/nº, acesso pelos fundos do palácio.

A “Série Música e Democracia do Rio HarpFestival” é fruto de uma parceria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), através da Subdiretoria de Cultura e Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj), criada especialmente para apresentações no Palácio Tiradentes.

 

Miguel Pereira e Petrópolis

Nos dias 23 e 24, próximo sábado e domingo, o RioHarpFestival estará em Miguel Pereira, na região do Vale do Café, e em Petrópolis, na região Serrana. Um dos destaques do festival, o harpista belga Jacques Vandelvede, que toca em uma harpa dupla atraindo bastante a atenção do público, se apresentará em Miguel Pereira. 

 

Miguel Pereira - Vale do Café (23 e 24/7)

Restaurante Zuhausebier 

15h - Jacques Vandelvede, harpa dupla (Bélgica)

Av. Marechal Rondon, 940 / Barão de Javari

 

Petrópolis - Região serrana (23/7)

SESC QUITANDINHA

19h - ORQUESTRA RIOCAMERATA. Solista: Vanja Ferreira. Regência: Israel Menezes. (BRASIL)

Hotel Quitandinha - Café Concerto

 

Ao todo são 69 concertos, sendo 54 no Centro Cultural Banco do Brasil - Rio de Janeiro.

O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil e conta com o apoio da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ) e a parceria do Sesc.

O evento está inserido no projeto "Música no Museu", que em 25 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro anualmente atinge o Brasil de norte a sul e há 16 anos enfatiza a harpa através de um festival internacional. 


O harpista belga Jacques Vandelvede O harpista belga Jacques Vandelvede

A HARPA

Há instrumentos de origens arcaicas, com sonoridade delicada, que chegam como uma mera curiosidade aos nossos ouvidos tão acostumados ao barulho da vida moderna. A harpa vem atravessando milênios sem deixar de se adaptar a diferentes culturas e estilos musicais mantendo os seus adeptos, apesar de não gozar de tantos praticantes ou de um repertório tão amplo quanto o de outros instrumentos clássicos, como o piano e o violino. Mais do que uma excentricidade de épocas passadas, a harpa se mostra relevante nos dias de hoje e uma prova disso é a realização da XVII edição do RioHarpFestival. O evento anual tem acontecido sem interrupção e sempre conta com recitais lotados na versão presencial e se expande na virtual. Consolidado no roteiro internacional da harpa, o festival carioca traz apresentações com músicos vindos de vários países tocando do clássico ao rock, passando por étnico, jazz e, também, ritmos brasileiros tocados por dedos ágeis ao pinçar as cordas da harpa nos seus variados modelos. 

 

FOCO

Na versão 2022 procuramos um novo foco, ou seja, integrar projetos de inclusão social desenvolvidos em comunidades aos harpistas nacionais e estrangeiros e, assim, dar maior amplitude a este trabalho ali desenvolvido e demonstrando ao público que eles podem se entrosar com ganhos recíprocos, pois os seus participantes terão orgulho de se apresentar com grandes nomes da harpa mundial. Apresentaremos orquestras e grupos artísticos de comunidades como: a Orquestra de Cordas oriunda de Escola de Música da Rocinha, a Camerata do Uerê (da Comunidade da Maré), a Orquestra de Violões do Forte (das Comunidades do Pavão-Pavãozinho - Leme), a Orquestra de Gaitas de Foles (da Comunidade de São Gonçalo) e a Orquestra de Cavaquinhos (da Comunidade de Cabo Frio). A abertura, no dia 1o. de julho, será com a Camerata do Uerê, da Comunidade da Maré, juntamente com o harpista Baltazar Juarez, 1o harpista da Orquestra Nacional do México e representante do México no importante Congresso Mundial da Harpa. 

 

DESTAQUES

Claire Le Fur et Les Alizes trarão a música francesa e a da Martinica em um programa dinâmico, mas com uma surpresa para aqueles que assistirem. O Quinteto Ecos Latinos, de New Orleans, representará os Estados Unidos e enfatizará o jazz e os clássicos. Edith Gasteiger, da Áustria; Clemence Boinot, da França; Kobie de Plessis, da África do Sul; Diana Todorova, da Bulgária; Beatriz Millan, da Espanha; além de Jacques Vandelvede, da Bélgica, que toca em uma harpa dupla gerando a maior curiosidade entre o público. No contraponto, os músicos latino-americanos darão ênfase aos seus ritmos locais. Os japoneses trarão o Koto, sua harpa, com o Trio Fujyma Nippon e os inusitados Tambores do Japão tocarão com o harpista paraguaio Alcides Sotelo Jr. Prem Raman, da Índia, trará a harpa persa Santoor, o Ngoni (harpa africana) e a mini harpa citara.

Outro destaque do XVII RioHarpFestival 

É o holandês Thorwald Jørgensen, um dos principais músicos clássicos do mundo e que depois de se formar no conservatório se estabeleceu rapidamente como um dos músicos mais proeminentes do "theremin" ou "teremim", um dos primeiros instrumentos musicais completamente eletrônicos. Como a técnica de tocar também se assemelha à de um instrumento de cordas, Thorwald foi treinado por Saskia Boon, ex-violoncelista da Royal Concertgebouw Orchestra. O artista vai se apresentar algumas vezes ao lado de harpistas que estarão participando.

 

MÚSICA NO MUSEU

O RioHarpFestival está inserido no projeto "Música no Museu", considerada a maior série de música clássica do Brasil. Nos seus 25 anos de atividades registra um público superior a 1 milhão de espectadores no Brasil (de norte a sul) e que se expandiu para cidades de países de todos os continentes levando música e músicos brasileiros para o exterior. Detentor de 30 prêmios nacionais e internacionais, foi tema de mestrado, na Universidade de Berlim, na Alemanha. Na sua programação anual, "Música no Museu" é dividido em concertos referentes às estações do ano (Concertos de Verão, Outono, Inverno e Primavera) e o de Natal. Em cada mês, um tema ou um naipe é privilegiado e a harpa entra nos Concertos de Inverno.

 

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