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Você sabe o que é Jornalismo Construtivo? ED celebra 2 anos de sua nova proposta jornalística | Jornal Em Destaque por Helio de Carvalho em Da Redação

Você sabe o que é Jornalismo Construtivo? ED celebra 2 anos de sua nova proposta jornalística



Você sabe o que é Jornalismo Construtivo? ED celebra 2 anos de sua nova proposta jornalística Classificação

17/10 14:57 ( Atualizado em 04/01/2023 15:02) | Vale do Café | Da Redação |

Helio de Carvalho

O Jornal Em Destaque completou dois anos e, neste mês, entra no seu terceiro ano de adesão ao movimento do jornalismo construtivo. O modelo que contrapõe o jornalismo tradicional, colocando o foco nos aspectos positivos dos fatos, surgiu na Europa e vem ganhando força em outras partes do mundo. E, claro, que o Brasil não podia ficar fora dessa! Afinal, para avançarmos como sociedade, é fundamental encararmos os nossos desafios pela perspectiva positiva, focar nas soluções, nas nossas potências, dar visibilidade às histórias inspiradoras. Precisamos de conteúdos com propósito transformador e em formatos diversos! E é por isto que temos uma alegria imensa em compartilhar com você leitor/leitora, o aniversário de dois anos desta nova forma de o ED fazer jornalismo em nossa região!

Estamos ainda mais felizes com a possibilidade de expandir este movimento em diversas plataformas digitais, uma iniciativa independente que tem a causa, o propósito e a valorização do ser humano como protagonistas do conteúdo. Não é demais?!

Além do nosso impresso, redes sociais e site, temos dois podcasts focados em temas como saúde, bem-estar, inovação, empreendedorismo, sustentabilidade, arte, cultura e comportamento, disponíveis no Spotify, Deezer e Google Podcast.


Helio de Carvalho recebendo o prêmio ibero-americano, em novembro passado, na Argentina (Foto divulgação) Helio de Carvalho recebendo o prêmio ibero-americano, em novembro passado, na Argentina (Foto divulgação)

Jornalismo construtivo transforma sociedade e potencializa conhecimento

O que o jornalismo pode fazer pelo bem das pessoas? Para jornalista e fundador do Em Destaque, Helio de Carvalho, a resposta é: informar e ensinar.

Viver no interior do estado me ensinou muito e me fez repensar e adaptar muitas vezes a maneira de fazer jornalismo. A notícia em si, se tornou algo que qualquer pessoa com um smartphone pode dar e – o que é pior – sem o devido cuidado e conhecimento. Há tempos abri mão da busca por ‘furo’ de reportagem e optei pela notícia checada e analisada. E como a notícia está em todo lugar, até nos grupos de família no WhatsApp, damos prioridade à informação, ao conhecimento. Há dois anos deixamos de aderir ao jornalismo tradicional que evidencia a violência, o crime e coisas do gênero”, disse.

Para o doutor em Comunicação, Edvaldo Pereira Lima, esse tipo de informação negativa pode ser um problema para a sociedade.

Aquela função que se imaginava de o jornalismo trazer o conteúdo negativo como forma de criar indignação, provocar que as pessoas tomem atitudes que ajudem a transformar a sociedade para melhor, acabou se tornando um tiro no pé”, e continua: “Com o excesso de conteúdo negativo o que se causa na população é uma letargia. A pessoa fica cansada de ver tanta notícia negativa e se afasta”.

 

Jornalismo construtivo

Esse olhar negativo atrapalha a construção de uma sociedade melhor.

Todo processo de comunicação provoca um efeito e está contribuindo para a sociedade se direcionar em um certo caminho ou outro. Então, quando você tem só notícias de cunho negativo em uma grande quantidade, isto acaba causando nas pessoas um estado de estagnação e não de transformação em capacidade de percepção do mundo delas”, afirmou Edvaldo Pereira.

Helio de Carvalho explica que, se por um lado o modelo tradicional de comunicação dá ênfase nos problemas, há uma nova proposta, o chamado jornalismo construtivo.

Não basta dizer que o trânsito é caótico, por exemplo, é preciso dar alternativas de mobilidade urbana, como bicicletas e o transporte público que funcione. É preciso informar e educar. Para o meu dia-a-dia, e não só o meu, acredito que a televisão deveria fornecer mais projetos culturais, que voltassem para a educação, principalmente. Porque a educação hoje é a formadora do ser, da consciência, é o primeiro contato que a gente tem com nossa própria identidade, a forma com que a gente reforça nossa identidade”, enfatizou.

Doutor em Comunicação, Guilherme Lucian entende que jornalismo tem uma função pedagógica.

É como se fosse um modo de enxergar a realidade que seja mais cuidadoso, mais prospectivo, mais humano, mais solidário em relação à própria conservação da cidadania, da coisa pública, e entender que o propósito do jornalismo que a gente faz hoje não é só informativo, ele também tem uma função educacional”, destacou.


"Não basta dizer que o trânsito é caótico, por exemplo, é preciso dar alternativas de mobilidade urbana" "Não basta dizer que o trânsito é caótico, por exemplo, é preciso dar alternativas de mobilidade urbana"

Crise e soluções

O Brasil vive uma crise de ordem econômica e política, e neste caso o jornalismo construtivo também serve como reflexão para o tempo presente.

Essa perspectiva, essa postura construtiva está tentando inaugurar no tipo de jornalismo que a gente já faz no presente, aqui no ED, um novo tipo de ancoragem ética, que trata justamente dessa espécie de antecipação comunicacional desse destino humano para poder formar uma consciência crítica de cidadãos”, argumentou Hélio de Carvalho.

Ainda para o fundador do ED, o jornalismo construtivo pode ajudar na transformação da sociedade e no combate às desigualdades a partir dessas reflexões. “Que sejam capazes de se emancipar a tudo aquilo de ruim que acontece em nossa sociedade, e que isto também depende de uma reflexão sobre o presente”, concluiu.

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Os leitores são a força e a vida do jornal

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Apoie o ED seguindo o site e as redes sociais deste jornal que virou fonte de notícias do Google News e que há dois anos disponibiliza conteúdo nos principais tocadores de podcasts: ED, o jornal local sem fronteiras para a notícia!







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