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Policiais da 2ª Cia do 10º Batalhão da Polícia Militar prenderam na manhã de hoje,dentro de um ônibus que faz a Linha Arcozelo x Japeri, altura de Conrado,



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08/04/2018 14:00 ( Atualizado em 08/04/2018 14:01) | Miguel Pereira | POLICIAL |

Helio de Carvalho

Policiais da 2ª Cia do 10º Batalhão da Polícia Militar prenderam na manhã de hoje, dentro de um ônibus que faz a Linha Arcozelo x Japeri, altura de Conrado, um homem de 21 anos de idade, morador do bairro Praça da Ponte, portando drogas. Ele foi encaminhado pelos policiais Mota Neto e o 2º Sargento Emerson Alves à 96ª DP e foi enquadrado na Lei 11.343/06 – Porte de Drogas Para Consumo Próprio.

Antes de apresentar a opinião deste simples redator, opinião esta que não tem por pretensão disputar com a opinião de quem quer que seja, muito menos a do leitor do EM DESTAQUE, gostaria que observasse a charge do Henfil.

A bem da verdade, o usuário é, sim, uma vítima da dependência química provocada pelas drogas ao mesmo tempo em que é, também, o patrocinador do tráfico, responsável por tantas mortes, tanta dor e sofrimento às famílias brasileiras. Ocorre que somos reféns da má consciência que santifica criminosos, tornando-os vítimas passivas das condições sociais. Origem social não torna ninguém certo ou errado. Mas uma coisa eu posso assegurar, e o faço com a minha experiência de vida: pobre não é sinônimo de bandido; pobreza não é sinônimo de mau-caratismo; carência não é sinônimo de violência. “Ah, mas tudo isso ajuda…”. Errado também! A bandidagem é que se aproveita da falta do estado nas áreas pobres do país e torna refém a população — majoritariamente composta de pessoas honestas. Existem pobres que não prestam. Existem ricos que não prestam. Existem remediados que não prestam.

MEUS HERÓIS NÃO MORRERAM DE OVERDOSE

Fui muito fã do artista (não da pessoa) Cazuza e tive alguns discos dele (chamados na época de LP - Long Play), mas afirmo que “meus heróis não morreram de overdose”. Alguns de meus amigos de infância é que morreram no narcotráfico, e isto por uma escolha deles. Pessoas não nascem necessitando das drogas, elas se tornam.

Encerro voltando a falar do meu respeito às muitas opiniões sobre este assunto, e dizendo o quanto respeito, também, e admiro o trabalho da Polícia Militar que, apesar de todas as dificuldades impostas pelo sucateamento do Estado, realiza um admirável serviço de segurança pública em favor da população de Miguel Pereira e de Paty do Alferes.






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